Crítica de Demon: um filme polonês de possessão cheio de graça

A noiva à espera do amado possuído em Demon
A noiva à espera do amado possuído em Demon

Escrevi uma crítica sobre o bom filme polonês Demon, do diretor Marcin Wrona, para a Folha de S.Paulo na semana passada. Continua em cartaz, pelo menos em São Paulo, e merece ser visto. O filme estreia depois da trágica morte de Wrona, que se enforcou no ano passado, aos 42 anos, momentos antes de seu terceiro longa-metragem ser exibido no Gdynia Film Festival, na Polônia. Era um dos nomes mais interessantes do cinema polonês atual. Demon mostra as preparações e a cerimônia de um casamento maluco, numa zona rural da Polônia, no qual os convidados bebem vodca sem parar e o noivo é possuído por um demônio do folclore judeu. Não espere sustos fáceis, tampouco cenas de exorcismo comuns em filmes de possessão, mas um clima intrigante e uma atuação vigorosa do ator Itay Tiran.

Leia a crítica completa no site da Folha, clicando aqui.

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