Quando o trailer é tão bom ou melhor que o filme

A revista americana “Wired” fez uma interessante reportagem sobre a evolução dos trailers no cinema, desde os anos 1940 até os dias de hoje. Mostra como esse recurso usado para atrair a atenção do espectador pode salvar um filme ou derrubá-lo antes de ser lançado.

Nos anos 1950, tudo era hiperbólico. Títulos carregados (quase sempre amarelos) preenchiam toda a tela com nomes de atores e inovações técnicas. Na década seguinte, os diretores ganharam mais destaque: Hitchcock, por exemplo, adorava aparecer na tela dando explicações engraçadinhas de suas próprias tramas. Assim como Woody Allen.

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A edição ficou mais ligeira. Na contagem da “Wired”, o trailer de “Dr. Strangelove”, de Kubrick, tem 220 cortes em 97 segundos.

Aí vieram os filmes apocalípticos e, com eles, o nosso querido Don LaFontaine (uma espécie de Lombardi dos teasers), o cara que narrou mais de 5.000 trailers nos EUA e tornou-se célebre ao usar clichês como “in a world”, “there is no rule” ou “at a time” para enfatizar tempos futuros e planetas desconhecidos.

Abaixo três trailers que merecem o seu clique:

Psicose (1960), de Alfred Hitchcock

Alien (1979), de Ridley Scott

O Iluminado (1980), de Stanley Kubrick

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